• 8 de abril de 2026
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POLÍTICA

Eraí Maggi destaca perfil de Otaviano Piveta e aponta modelo de gestão inspirado em Lucas do Rio Verde

Empresário do grupo Bom Futuro afirma que persistência, capacidade de execução e experiência administrativa do novo governador podem impulsionar desenvolvimento em todo o estado
Foto: Reprodução

A chegada de Otaviano Piveta (Republicanos) ao comando do Governo de Mato Grosso começa a ser analisada por quem conhece de perto não apenas a política, mas principalmente a gestão que transformou cidades do estado em referências nacionais. É o caso do empresário Eraí Maggi, presidente do grupo Bom Futuro, que fez uma avaliação direta sobre o perfil do novo governador e o potencial de sua atuação.

Com mais de quatro décadas de convivência, Maggi não economiza ao descrever uma das principais características de Piveta: a persistência. “Se ele coloca uma coisa na cabeça, ele vai até o fim. É melhor avisar logo, porque ele não desiste. Ele vai bater até conseguir. Ele tem uma persistência que vocês não conhecem”, afirmou.

A fala, mais do que um elogio, revela um traço de comportamento que, segundo o empresário, foi determinante em experiências bem-sucedidas de gestão no estado. “Conheço isso há 40 anos. Quando a gente acha que ele desanimou, que não deu certo, ele continua indo”, completou.

É justamente nesse ponto que Maggi faz a principal conexão: o modelo de desenvolvimento visto em Lucas do Rio Verde. A cidade, hoje reconhecida nacionalmente por organização, crescimento econômico e qualidade de vida, é citada como exemplo concreto de gestão que ultrapassou limites regionais.

“Aquilo que aconteceu em Lucas irradiou para outros municípios do Mato Grosso e até para o país”, pontuou, deixando claro que o caso não é isolado, mas sim um modelo replicável quando há planejamento, execução e continuidade administrativa.

Ao comentar sobre o novo momento de Piveta, Maggi também diferencia o papel desempenhado até aqui como vice-governador e o cenário atual, já à frente do Executivo. “O vice cumpre uma função, substitui quando necessário, muitas vezes é algo passageiro. Não dá para criar projeto. Agora é diferente. Agora ele tem tempo para construir”, afirmou.

Na avaliação do empresário, esse tempo é determinante para que ideias saiam do papel e ganhem escala. E, nesse contexto, ele reforça outro ponto considerado essencial: a capacidade de gestão. “Vocês vão se orgulhar do Otaviano. Ele é bom para isso. Tem conhecimento, tem experiência e sabe delegar”, disse.

A menção à delegação, inclusive, aparece como um diferencial relevante. Em um estado com dimensões continentais e demandas complexas, a capacidade de formar equipe e distribuir responsabilidades pode ser o fator decisivo entre uma gestão burocrática e uma administração eficiente.

A leitura de Eraí Maggi aponta, portanto, menos para um discurso político e mais para uma análise prática de gestão. Ao usar Lucas do Rio Verde como referência, ele indica que o desafio agora é ampliar um modelo que já deu resultado — levando organização, planejamento e desenvolvimento para outras regiões de Mato Grosso.

Se essa lógica se confirmar, o governo de Piveta tende a ser medido não apenas por decisões administrativas, mas pela capacidade de replicar experiências bem-sucedidas em escala estadual, transformando exemplos locais em política pública mais ampla.

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