Colíder decide hoje implantação do programa cívico-militar na Escola Pompeu de Barros; prefeito Benassi convoca pais e alunos
Votação sobre implantação do modelo cívico-militar na Escola Pompeu de Barros encerra-se às 19h desta quarta-feira; prefeitorr Rodrigo Benassi defende fortalecimento de valores Foto: Assessoria
A Escola Estadual Pompeu de Barros, em Colíder, vive um dia decisivo para sua estrutura pedagógica e administrativa. Até as 19h desta quarta-feira, 25 de fevereiro, pais, responsáveis e alunos maiores de 16 anos podem registrar seus votos para decidir se a unidade adotará o Programa Cívico-Militar. A consulta pública mobiliza a gestão municipal e a diretoria da escola, que veem na proposta uma oportunidade de reestruturação e melhoramentos do ambiente de ensino.
O prefeito de Colíder, Rodrigo Benassi, está atuando diretamente na convocação dos eleitores. Para o gestor, a mudança não se restringe à grade curricular, mas alcança a formação ética dos estudantes. “O programa cívico-militar representa um grande avanço na formação acadêmica, e mais que isso, representa um avanço na construção de valores como disciplina, respeito, responsabilidade e cidadania”, afirma Benassi.
REGRAS DA VOTAÇÃO
O esforço da direção visa garantir que o quórum necessário seja atingido antes do fechamento das urnas. O processo de escolha segue critérios específicos de participação.
De acordo com a diretora da Escola Pompeu de Barros, Rosangela Spontam, podem votar o pai e a mãe de cada aluno (individualmente), o responsável legal e os próprios estudantes, desde que tenham completado 16 anos. Na prática, cada família pode registrar até três votos, o que amplia a representatividade do resultado final.
Rosangela Spontam ressalta que a mobilização das famílias é fundamental para a legitimidade da mudança. “Estamos mobilizando os pais e responsáveis para a votação. A participação da comunidade é fundamental para decidirmos, juntos, o futuro da nossa escola”, diz a gestora.
PERSPECTIVAS PARA O ENSINO
A proposta de transição do ensino regular para o modelo cívico-militar em Mato Grosso prevê a manutenção da autonomia pedagógica dos professores, enquanto a gestão administrativa e de conduta fica a cargo de militares da reserva ou profissionais da segurança. O objetivo central é reduzir índices de violência escolar e evasão, além de elevar o desempenho em avaliações nacionais.
Para Benassi, a adesão ao programa é um investimento no longo prazo. “É uma oportunidade concreta de fortalecer o ambiente escolar e preparar os nossos filhos para o desafio da vida. Eu aprovo essa transformação do ensino regular para o ensino cívico-militar na Escola Pompeu de Barros”, reforça o prefeito.
Caso a maioria simples dos votantes opte pela implementação, a unidade passará por um processo de adaptação estrutural e normativa para o próximo ciclo letivo. A apuração começa imediatamente após o encerramento do prazo, na noite de hoje.
Redação: Assessoria






