• 2 de março de 2026
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ELEIÇÕES 2026

Lúdio Cabral defende mulher do PT na segunda vaga ao Senado e cobra sintonia com Fávaro

Deputado afirma que definição precisa ser estratégica e critica postura do governador ao comentar cenário eleitoral
Foto: Reprodução

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) defendeu que a segunda vaga ao Senado no campo da centro-esquerda em Mato Grosso seja ocupada por uma mulher do Partido dos Trabalhadores. A declaração foi feita ao comentar as articulações para as eleições de 2026 e a construção da chapa majoritária.

Segundo Lúdio, o grupo ainda não reuniu formalmente os partidos aliados para discutir o segundo nome da disputa, mas ele já tem uma posição pessoal consolidada. “Nós precisamos definir essa segunda vaga em sintonia com o Fávaro, que é candidato à reeleição e ocupa a primeira vaga no nosso campo”, afirmou.

O senador Carlos Fávaro (PSD) é apontado como o principal nome à reeleição dentro do grupo político alinhado ao governo federal. Para Lúdio, a estratégia eleitoral passa por fortalecer essa candidatura e ampliar a representatividade na composição da chapa.

Dentro desse cenário, o parlamentar declarou apoio ao nome da deputada estadual Edna Sampaio (PT). “Defendo, por uma leitura estratégica e tática, que o segundo nome seja de uma mulher do Partido dos Trabalhadores. A Edna se apresentou para ocupar esse espaço e, na minha opinião, tem as credenciais para nos representar”, destacou.

Lúdio ponderou, contudo, que a decisão final dependerá de diálogo entre as legendas que compõem o bloco. Ele reforçou que o mais importante é manter alinhamento com a candidatura de Fávaro, evitando ruídos internos que possam fragilizar o projeto eleitoral.

Críticas ao governador

Durante a fala, o deputado também criticou declarações recentes do governador Mauro Mendes (União Brasil) sobre o cenário político. Sem detalhar o episódio, Lúdio classificou a postura como inadequada.

“É muito ruim o governador do Estado se manifestar dessa forma. Não demonstra humildade, não demonstra respeito aos adversários. Há um conteúdo de preconceito, de racismo e de prepotência. É ruim, infelizmente é ruim”, afirmou.

O parlamentar acrescentou que o chefe do Executivo será avaliado pela população nas urnas. “Ele vai ser julgado pela população também”, concluiu.

A movimentação em torno das vagas ao Senado deve ganhar intensidade nos próximos meses, à medida que os partidos avancem nas conversas internas e consolidem alianças para a disputa de 2026.

Confira a entrevista: