Suspeito de matar trabalhador rural em São José do Xingu é preso menos de 48 horas após o crime
Jovem de 20 anos teve a prisão preventiva cumprida durante ação integrada das Polícias Civil e Militar; vítima foi morta a golpes de arma branca após uma discussão Foto: Reprodução
As Polícias Civil e Militar prenderam, nesta terça-feira (30), o suspeito de matar o trabalhador rural João Vítor Correa dos Santos, de 26 anos, em uma fazenda na zona rural de São José do Xingu. O investigado, de 20 anos, foi localizado durante uma ação conjunta para cumprimento de mandado de prisão preventiva.
O crime ocorreu na noite de domingo (28), em uma propriedade rural situada a cerca de 40 quilômetros da área urbana do município. Conforme as investigações, a vítima foi atingida por golpes de arma branca após um desentendimento com o suspeito.
Assim que foi comunicada sobre o homicídio, a equipe da Polícia Civil de São José do Xingu se deslocou até o local para dar início às investigações. A Polícia Militar realizou o isolamento da área, enquanto a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) fez os trabalhos periciais.
De acordo com o delegado Onias Estevam Pereira Filho, o exame pericial foi requisitado ainda durante a madrugada, garantindo a preservação e coleta dos vestígios necessários para a investigação.
Com base nos elementos reunidos nas primeiras diligências, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do suspeito na manhã de segunda-feira (29). O pedido foi analisado e deferido pela Justiça.
Após a expedição do mandado, equipes das Polícias Civil e Militar localizaram o investigado em uma fazenda da região. Ele foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia de São José do Xingu, onde permaneceu à disposição da Justiça.
Segundo o delegado Onias Estevam Pereira Filho, a rápida identificação e prisão do suspeito demonstram a eficiência do trabalho integrado das forças de segurança.
“A integração entre as Polícias Civil e Militar, a Politec, o Ministério Público e o Poder Judiciário foi fundamental para que o suspeito fosse rapidamente identificado, tivesse a prisão preventiva decretada e fosse preso em curto espaço de tempo”, afirmou.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer completamente as circunstâncias do homicídio.





