• 10 de junho de 2026
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DISTRIBUIDORA DO CRIME

Força Tática apreende mais de 2 mil cigarros eletrônicos e prende três em Rondonópolis

Material avaliado em mais de R$ 300 mil estava armazenado em residência no bairro Moradas do Parati e foi encaminhado à Polícia Federal
Foto: Força Tática

Uma ação da equipe de Força Tática da Polícia Militar resultou na apreensão de mais de 2 mil cigarros eletrônicos e na prisão de três pessoas na noite desta terça-feira (9), no bairro Moradas do Parati, em Rondonópolis.

De acordo com a PM, a equipe realizava patrulhamento tático quando avistou um homem em atitude suspeita em frente a uma residência. Os policiais já possuíam informações preliminares sobre o envolvimento do indivíduo em possíveis ações criminosas.

Ao perceber a aproximação da viatura, o suspeito correu para o interior do imóvel, atitude que levantou suspeitas e motivou a intervenção policial.

Ainda da área externa da residência, os militares visualizaram diversas caixas contendo grande quantidade de cigarros eletrônicos, indicando que o local estaria sendo utilizado como centro de armazenamento e distribuição dos produtos.

Durante a ação, três pessoas, de 21, 22 e 27 anos, foram encontradas no imóvel. No local, os policiais apreenderam aproximadamente 2.131 cigarros eletrônicos, um notebook e uma máquina de cartão de crédito, materiais que, segundo a polícia, apresentam indícios de ligação com a comercialização dos produtos.

Em entrevista aos policiais, os suspeitos afirmaram que trabalhavam em um estabelecimento comercial e realizavam entregas dos produtos, mas se recusaram a informar quem seria o responsável pelo negócio ou o proprietário da residência.

Diante dos fatos, os três receberam voz de prisão e foram encaminhados, juntamente com todo o material apreendido, para a Delegacia da Polícia Federal em Rondonópolis, responsável pela investigação e adoção das medidas cabíveis.

Segundo a Polícia Militar, a ação interrompeu uma possível rede de distribuição de cigarros eletrônicos na região sul de Mato Grosso. O prejuízo estimado ao comércio ilegal ultrapassa R$ 300 mil.