• 29 de julho de 2026
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POLÍTICA

Justiça extingue processo contra Carlos Fávaro, desmascara farsa e condena autora a pagar custos da defesa

A decisão reconheceu que o parlamentar não teve participação na contratação dos pesquisadores
Foto: André Zambonini

A Justiça de Mato Grosso extinguiu o processo em relação ao senador Carlos Fávaro (PSD) e determinou a exclusão do parlamentar de uma ação que discutia supostas irregularidades trabalhistas envolvendo a contratação de pesquisadores para uma pesquisa de opinião. A decisão foi proferida pela juíza Ana Cristina Silva Mendes, da 4ª Vara Cível de Cuiabá.

Na sentença, a magistrada concluiu que não havia qualquer elemento que demonstrasse vínculo entre Fávaro e a contratação dos trabalhadores. Conforme a decisão, a documentação apresentada comprova que o contrato foi firmado exclusivamente entre a empresa Rumo Serviços Publicitários e o diretório estadual do PSD, sem participação direta do senador.

Ao fundamentar a decisão, a juíza destacou que o nome de Carlos Fávaro não consta em nenhuma cláusula do contrato analisado e que o parlamentar é “completamente estranho à avença”, inexistindo provas que o relacionem à contratação da equipe responsável pela pesquisa.

Além de excluir o senador da ação, a magistrada condenou a autora do processo ao pagamento dos honorários advocatícios da defesa de Fávaro, fixados em 10% sobre o valor da causa, estimado em R$ 65.640,00.

Nas últimas semanas, a ação ganhou repercussão após ser utilizada por adversários políticos para associar o nome do senador às alegações apresentadas no processo. Com a decisão judicial, Fávaro deixa de integrar a ação, permanecendo reconhecida a inexistência de elementos que comprovem sua participação nos fatos discutidos.