Prefeitura de Colíder investe no fortalecimento de artesanato e gastronomia e feira movimenta R$ 136 mil
Relatório divulgado pela secretária Margarida Gaona aponta faturamento de R$ 136,5 mil, 36 expositores e alta aprovação de artesãos e público no Lago dos Pioneiros Foto: Assessoria
A Prefeitura de Colíder divulgou nesta terça-feira (5) o relatório da Feira de Artesanato e Gastronomia, realizada entre 18 e 20 de abril, no Lago dos Pioneiros. O documento registra faturamento total de R$ 136.5 mil, com participação de 36 expositores, avaliação positiva de artesãos e da comunidade e fortalecimento da produção cultural e gastronômica.
Organizado pela Secretaria Municipal de Cultura, o evento contou com investimento de R$ 25 mil e reuniu 22 expositores da área gastronômica e 14 do artesanato. A programação incluiu apresentações do Grupo Águias de Colíder, representantes dos povos indígenas, o Grupo de Capoeira Gerais e integrantes da Orquestra Municipal, ampliando o fluxo de visitantes ao longo dos três dias.
O levantamento apresentado pela secretária de Cultura, Margarida Gaona, mostra que a maior parte da receita veio do setor gastronômico, responsável por mais de R$ 107 mil em vendas. O artesanato movimentou R$ 29,4 mil, com produtos como crochê, macramê, pintura em tecido, entalhes em madeira e peças indígenas.
RETORNO FINANCEIRO
Na praça de alimentação, a diversidade de opções incluiu espetinhos, pastéis, macarrão no disco, crepes, sanduíches, bebidas, bolos, sorvetes e outros itens. Segundo o relatório, o retorno financeiro e a visibilidade alcançada levaram expositores a receber convites para novos eventos em Colíder e na região.
Margarida Gaona comenta que o evento foi pensado como resposta a uma demanda antiga dos artesãos. “Havia um sentimento de abandono entre muitos deles, cansados de ouvir promessas sem ações concretas. A feira foi o primeiro passo para mudar esse cenário e mostrar que o compromisso está sendo cumprido”, diz.
VALORIZAÇÃO DO ARTESANATO
De acordo com Margarida, a escolha do Lago dos Pioneiros também influenciou na atração de um grande público e no resultado positivo das vendas. O espaço deve abrigar futuramente a Casa do Artesão e a biblioteca municipal, o que reforça a proposta de consolidar o local como referência da economia criativa no município.
“A ideia foi justamente ocupar esse espaço e fazer com que a comunidade começasse a enxergar o lago como um ponto voltado à cultura e ao artesanato. Era preciso sair do discurso e iniciar uma ação concreta”, acrescenta a gestora de Cultura.
O relatório aponta uma forte satisfação entre os expositores e registra pedidos para que a feira passe a integrar o calendário oficial de eventos. Também foi observado aumento na participação da população na Feira da Lua, realizada semanalmente na praça central, indicando reflexo direto da iniciativa.
CONTINUIDADE
O prefeito Rodrigo Benassi também comemora o ótimo resultado da Feira de Artesanato e Gastronomia. Ele diz que o evento está alinhado ao compromisso da gestão com o desenvolvimento de diferentes setores. “Assumimos a responsabilidade de fortalecer áreas como cultura, comércio e economia criativa. Quando a gestão cria oportunidades reais, a resposta vem da própria comunidade”, afirma.
Margarida Gaona enaltece que o trabalho da Secretaria de Cultura ocorre em articulação com as diretrizes da administração municipal. “Nosso papel é executar ações que atendam à população. Com autonomia e apoio, conseguimos tirar projetos do papel e dar resposta a quem aguardava por isso”, destaca.
Com base nos dados apresentados, a Prefeitura de Colíder deve planejar novas edições da feira, com ajustes na estrutura e ampliação do número de participantes. Ainda não há data definida, mas a intenção é consolidar o evento como política contínua de incentivo à produção local. O relatório conclui que a feira contribuiu para dinamizar a economia, ampliar a visibilidade de pequenos produtores e fortalecer a presença da cultura no cotidiano da cidade.
APOIO DO PREFEITO
Margarida Gaona acrescenta ainda que os resultados da feira são resultado das condições de trabalho oferecidas pela gestão e ao alinhamento com as diretrizes da Prefeitura. Segundo ela, a execução de políticas públicas na área cultural depende de estrutura, conhecimento técnico e respaldo institucional para sair do planejamento e alcançar a população.
“O fundamental é que o prefeito Rodrigo Benassi me deu autonomia e condições para que a gente possa desenvolver as ações. Todos os projetos que levo dentro da economia criativa têm apoio. Isso faz diferença para que as iniciativas realmente aconteçam”, comenta a secretária.
Margarida pontua ainda a sensibilidade de Benassi em compreender as demandas do setor cultural. “Quem já esteve do outro lado sabe das dificuldades. Com apoio e condições de trabalho da atual gestão, conseguimos desenvolver ações sérias, que contribuem para o fortalecimento da comunidade e dão resposta a quem espera por políticas públicas efetivas”, completa.
Redação: Assessoria






