Mato Grosso lidera ranking nacional de solvência fiscal e reforça equilíbrio das contas públicas
Estado aparece na primeira posição em indicador do CLP que mede relação entre dívida consolidada e arrecadação recorrente Foto: Reprodução
Mato Grosso conquistou a primeira colocação no indicador de solvência fiscal do Ranking de Competitividade dos Estados 2024, divulgado em 2025 pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado coloca o Estado no topo do país quando o assunto é capacidade de manter as contas públicas equilibradas diante do volume de arrecadação regular.
Na prática, a solvência fiscal aponta quanto o Estado deve em comparação ao que arrecada de forma contínua. Quanto menor essa proporção, maior é a segurança financeira para honrar compromissos, investir e planejar políticas públicas sem comprometer o orçamento.
O indicador integra a dimensão de sustentabilidade fiscal do ranking e considera a relação entre a dívida consolidada e as receitas correntes estruturais, excluindo arrecadações extraordinárias. Ao liderar o levantamento, Mato Grosso demonstra baixo grau de comprometimento da receita com o pagamento de dívidas, o que amplia a previsibilidade orçamentária e fortalece o ambiente institucional.
Para o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, o desempenho reflete uma política permanente de responsabilidade fiscal. “Estar na liderança em solvência fiscal significa que mantemos a dívida sob controle em relação à arrecadação estrutural. É resultado de planejamento, controle rigoroso das despesas e gestão eficiente dos recursos públicos”, afirmou.
O desempenho também dialoga com outros indicadores nacionais. Em 2024, o Estado recebeu nota A+ na Capacidade de Pagamento (Capag), avaliação realizada pela Secretaria do Tesouro Nacional. A classificação considera critérios como nível de endividamento, poupança corrente e liquidez, medindo a capacidade de honrar obrigações financeiras com recursos próprios.
A convergência entre os indicadores reforça a imagem de estabilidade fiscal de Mato Grosso no cenário nacional, fator que contribui para atrair investimentos, ampliar a capacidade de crédito e garantir maior segurança no planejamento de médio e longo prazo da administração estadual.






