Ministério do Esporte visita projetos que transformam vidas por meio do triatlo e do paradesporto
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Transformar a vida de crianças e adolescentes com ou sem deficiência por meio da atividade física é uma das premissas do Ministério do Esporte. E foi com esse propósito que o ministro André Fufuca e secretários da pasta visitaram, nesta quarta-feira (26), dois projetos esportivos em Ceilândia, no Distrito Federal. As iniciativas atendem juntas mais de 2.000 pessoas em todo o Brasil nas modalidades de triatlo e atletismo.
Durante a visita, o ministro destacou a importância dessas ações para a formação de jovens atletas e para a inclusão social. “É um projeto que é realidade e está dando certo. É a Lei de Incentivo ao Esporte na prática. Temos uma escolinha de triatlo que atende 60 alunos aqui em Brasília e duas mil crianças em todo o Brasil. Além disso, temos uma escola de atletismo do paradesporto, fruto de uma parceria com a senadora Leila do Vôlei, que já atende mais de 60 pessoas. O esporte não é só de alto rendimento, ele começa na base, e a base está sendo feita”, afirmou Fufuca.
É a Lei de Incentivo ao Esporte na prática. O esporte não é só de alto rendimento, ele começa na base, e a base está sendo feita.”
André Fufuca
Ministro do Esporte
Triatlo para jovens em situação de vulnerabilidade
No Centro Olímpico e Paralímpico da Vaquejada, a escolinha de triatlo oferece a crianças e adolescentes a oportunidade de desenvolver habilidades físicas e sociais por meio da prática esportiva. A iniciativa atende jovens de comunidades próximas, como o Sol Nascente, uma das regiões de maior vulnerabilidade social do Distrito Federal.
“O projeto é transformador. O impacto aqui é maravilhoso. Trazer o triatlo para o Distrito Federal foi um grande desafio, mas a Lei de Incentivo ao Esporte possibilitou essa conquista”, destaca Anísio Goiano, coordenador do núcleo de Ceilândia.
A pedagoga Rosangela Pereira, mãe de duas crianças atendidas pelo projeto, também reconhece os benefícios. “Eles melhoraram muito a saúde, a disciplina e todo o comportamento desde que entraram no projeto. Eles amam, é lindo ver o interesse das crianças pelo esporte. O esporte transforma vidas”, ressalta.
Atualmente, o projeto “Formando Campeões” atende 1.940 crianças e adolescentes de oito a 16 anos em 34 núcleos espalhados por estados como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Ceará e Pará.
Paradesporto: inclusão e oportunidade
Além da escolinha de triatlo, o Parque da Vaquejada abriga um projeto de atletismo voltado para pessoas com deficiência. A iniciativa, viabilizada por uma emenda parlamentar da senadora Leila do Vôlei e repassada pelo Ministério do Esporte, atende 60 jovens e adultos, entre 14 e 64 anos, oferecendo aulas três vezes por semana.
O projeto é conduzido pela Associação Educação Esporte dos Portadores de Necessidades Educativas Especiais & Amigos, com sede em Ceilândia e atuação nacional. Entre os atletas beneficiados está Erivaldo Batista, que pratica bocha e lançamento de disco há mais de 30 anos. Para ele, o apoio recebido tem sido fundamental.
“Agora temos uma estrutura melhor para treinar, com uniformes de qualidade, agasalhos para viagem e professores capacitados”, afirma o atleta, que também conta com o auxílio do Bolsa Atleta. “A Bolsa é fundamental para o nosso desenvolvimento. Com ela, conseguimos garantir uma boa alimentação, uniformes e condições de seguir no esporte.”
Para o Ministério do Esporte, projetos como esses mostram que o esporte vai muito além da competição é uma ferramenta de transformação social, inclusão e desenvolvimento humano. Estiveram presentes na visita, os secretários nacionais do Paradesporto Fábio Araújo e do Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social, Paulo Henrique Cordeiro e o secretário de Esporte do Distrito Federal, Renato Junqueira.
Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte
Fonte: Ministério do Esporte