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Núbia Oliver teria envolvimento em esquema de tráfico de mulheres que tem empresário de Rondonópolis envolvido


| Fonte: Da Redação NMT com Repórter MT

Uma reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, transmitida na noite deste domingo (2), falou sobre os últimos desdobramentos da investigação de uma quadrilha internacional de tráfico de mulheres, na qual um empresário de Rondonópolis é apontado como um dos integrantes do esquema.

O Fantástico revelou que a atriz Núbia de Oliveira, a Núbia Oliver, é investigada e a funkeira MC Mirela teria sido uma das garotas aliciadas. Mato Grosso é um dos seis estados em que agia a quadrilha acusada de explorar mais de 100 brasileiras no exterior.

Segundo as investigações, o ‘empresário’ de Rondonópolis de nome não divulgado, tinha a função de aliciar garotas e encaminhá-las para outros países para se prostituir.

A última etapa da Operação “Harem BR”, deflagrada pela Polícia Federal, ocorreu no dia 27 de abril de 2020 quando foram efetuados mandados de prisão e de busca e apreensão em Rondonópolis(MT), São Paulo(SP), Goiânia(GO), Foz do Iguaçu(PR), Venâncio Aires(RS) e Lauro de Freitas(BA).

As vítimas eram selecionadas tanto pela internet como presencialmente por meio das ‘agências’ aliciadoras. Elas eram convidadas para fazerem fotos para uma empresa de maquiagem, e ao serem aprovadas era negociado o ‘trabalho’ sexual. Os cachês chegavam a R$ 50 mil.

A funkeira MC Mirella é citada como uma das vítimas do esquema, quando tinha 17 anos…

Mc Mirella foi aliciada aos 17 anos. Ela faz parte das testemunhas. As garotas faziam vídeos para ser mandados aos “clientes” sexuais, no apartamento de um dos traficantes.

No Brasil, a modelo e atriz Núbia Oliver, uma das investigadas por envolvimento no esquema, teria indicado garotas ao empresário chefe da quadrilha, em São Paulo. A quadrilha tem “braços” espalhados por diversos países. Além do Brasil, foram identificados membros no Paraguai, Bolívia, Estados Unidos, Catar e Austrália.

‘Operação’

As investigações começaram há quase dois anos e se basearam na Operação Nascostos, que desarticulou um grupo de estelionatários que clonava cartões de crédito. Descobriu-se que os cartões foram usados para a aquisição de passagens aéreas destinatárias a duas mulheres que viajaram a Doha/Catar.  As garotas eram vítimas de exploração sexual

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