• 18 de fevereiro de 2026
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SEGURANÇA PÚBLICA

Mato Grosso retira mais de 15 mil armas ilegais de circulação e amplia poder de fogo das polícias

Estado apreendeu armamento de grosso calibre usado por facções e investiu na modernização do arsenal policial entre 2019 e 2025
Foto: Reprodução

Entre janeiro de 2019 e dezembro de 2025, as forças de segurança de Mato Grosso retiraram de circulação 15.350 armas de fogo ilegais, a maioria vinculada a práticas criminosas. Do total apreendido, 6.225 — o equivalente a 41% — são armas de grosso calibre, como fuzis, rifles, carabinas, espingardas e submetralhadoras, armamentos de uso restrito que estavam nas mãos de integrantes da criminalidade.

Os dados, divulgados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso, refletem uma estratégia contínua de enfraquecimento do poder bélico das facções criminosas que atuam no Estado.

Paralelamente ao trabalho de desarmamento do crime, o Governo de Mato Grosso promoveu a modernização do arsenal das forças policiais. No período, foram adquiridas 15.020 pistolas Glock — armamento utilizado por instituições como a Polícia Federal e o Federal Bureau of Investigation — substituindo o antigo revólver calibre 38. Cada policial passou a contar com uma arma individual.

Além das pistolas, foram incorporadas 2.830 armas longas, entre fuzis, espingardas e carabinas, reforçando as ações qualificadas de repressão ao crime organizado e ampliando a capacidade de resposta das equipes em operações de maior complexidade.

“O Governo do Estado investiu em armamento pensando na proteção de quem faz a segurança pública e na eficiência do serviço prestado à sociedade. Seja no patrulhamento preventivo ou no enfrentamento direto às facções, nossas forças estão equipadas para agir”, afirmou o secretário Roveri.

Operações de impacto

Entre as apreensões de maior repercussão está uma operação conjunta do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e da Polícia Militar, realizada em setembro de 2025, em Pontes e Lacerda. Na ação, foram apreendidas oito armas de alto poder de fogo, além de 230 munições.

A mesma operação resultou na localização de 920 tabletes de drogas — entre cocaína, pasta base e supermaconha — causando prejuízo estimado em R$ 8,4 milhões às facções criminosas.

Em agosto de 2023, outra ofensiva no bairro Novo Mundo, em Várzea Grande, levou à prisão de três integrantes de facção e à apreensão de 31 armas, incluindo submetralhadoras, fuzis, espingardas e pistolas.

Segundo a Secretaria, o trabalho de apreensão é permanente e integra uma política de segurança voltada à redução da violência e à preservação da ordem pública. “São armas que estavam sendo ou poderiam ser utilizadas em crimes”, destacou o secretário.

Com a combinação entre desarmamento do crime e fortalecimento do aparato policial, o Estado aposta em uma estratégia de enfrentamento direto às organizações criminosas e de ampliação da sensação de segurança da população.

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