• 31 de janeiro de 2026
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AGRONEGÓCIO

Mauro Mendes fecha chapa ao Senado e consolida aliança que une força política, máquina administrativa e o coração do agro em Mato Grosso

Com Cidinho Santos e Rogério Gallo como suplentes e Otaviano Pivetta tendo Fábio Garcia como vice, grupo apresenta estrutura técnica, lastro econômico e histórico de entregas para chegar muito forte à disputa de 2026.
Foto: Reprodução

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), deu um passo que muda o tabuleiro político do Estado ao tornar pública, no Araguaia, a composição da chapa que levará às urnas em 2026. Mais do que uma simples antecipação eleitoral, o anúncio desenha uma engenharia de poder que combina experiência administrativa, força política, articulação institucional e o peso econômico do agronegócio mato-grossense.

Ao se colocar como cabeça de chapa ao Senado, Mauro escolheu como primeiro suplente o ex-senador Cidinho Santos (Progressistas — PP) e, como segundo, o atual secretário de Fazenda, Rogério Gallo (sem filiação partidária pública conhecida) — dois nomes que representam, ao mesmo tempo, capital político e domínio técnico sobre a máquina pública e as finanças do Estado.  A escolha sinaliza que a candidatura ao Senado não será apenas política, mas estruturada para proteger e sustentar um projeto de poder de longo prazo.

Para o Palácio Paiaguás, Mauro indicou seu vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como candidato a governador, tendo como vice o deputado federal e chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União Brasil) — o operador político mais próximo e fiel do atual governador. O desenho revela continuidade administrativa, controle político e alinhamento estratégico absoluto.

A força dessa composição nasce de resultados concretos. Mauro Mendes deixa dois mandatos marcados por uma das maiores revoluções em infraestrutura da história do Estado: mais de 7 mil quilômetros de asfalto entregues, integração logística entre regiões produtoras, recuperação da capacidade de investimento do governo e uma gestão fiscal que virou referência nacional. Esse conjunto o transforma, hoje, em um dos governadores mais competitivos do país para uma vaga no Senado.

Otaviano Pivetta, por sua vez, entra como o nome que garante estabilidade e visão de futuro. Prefeito de Lucas do Rio Verde no final dos anos 1980 e início dos 1990, quando já implantava escolas com piscina, ar-condicionado e salas equipadas com computadores, padrão de excelência impensável para a época, Pivetta construiu sua reputação como o “craque da educação”. Como vice-governador, comandou a transformação do ensino em Mato Grosso, com valorização dos profissionais, ampliação da infraestrutura escolar e salto nos indicadores de qualidade. Ao mesmo tempo, foi peça-chave no suporte à política de infraestrutura tocada pela Sinfra, dando sustentação ao ciclo de obras que redesenhou o Estado.

Fábio Garcia fecha o núcleo duro do projeto. Deputado federal bem votado, com reeleição praticamente garantida, ele abre mão de uma carreira confortável no Congresso para assumir o risco de integrar a chapa majoritária — um gesto que revela disciplina de grupo e compromisso estratégico. Na Casa Civil, Garcia foi o operador que garantiu a fluidez entre governo, Assembleia, prefeitos, setor produtivo e Brasília, transformando capital político em governabilidade real.

Por trás da chapa está o núcleo mais poderoso do agronegócio brasileiro. O projeto conta com o apoio direto do ex-governador, ex-senador e ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi (Progressistas — PP) e nomes como Eraí Maggi e os principais grupos que comandam a produção, exportação e logística do agro em Mato Grosso. É uma aliança que reúne dinheiro, influência nacional, base econômica e presença territorial — algo que poucas forças políticas conseguem montar.

O recado político é cristalino: não se trata apenas de uma eleição, mas da defesa de um modelo de Estado liderado por empresários, gestores e produtores que construíram Mato Grosso como potência agrícola, logística e fiscal. A chapa de Mauro Mendes, Pivetta e Fábio Garcia se apresenta como o muro de contenção contra aventuras políticas e projetos sem base econômica, sustentada por entregas, números e uma engrenagem de poder que já está montada.

Enquanto outros grupos ainda discutem nomes, Mauro Mendes botou a placa na porta — e quem quiser entrar na disputa, agora, terá que enfrentar uma máquina que une obra, dinheiro, gestão e o agro mais forte do país.

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