DHPP de Rondonópolis prende mãe e filho por contrabando e cumpre mandado contra foragida
Mulher era alvo da Operação Cartório Central, deflagrada em Primavera do Leste, e foi localizada com grande quantidade de cigarros eletrônicos avaliados em cerca de R$ 30 mil Foto: Polícia Judiciária Civil
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, prendeu em flagrante duas pessoas pelo crime de contrabando, durante ação realizada nesta segunda-feira (26), em apoio à Polícia Civil de Primavera do Leste.
Os detidos são um homem de 28 anos e a mãe dele, uma mulher de 48 anos. Contra ela, além da prisão em flagrante, foi cumprido mandado de prisão preventiva pelos crimes de lavagem de dinheiro, associação para o tráfico e organização criminosa, expedido pela Primeira Vara Criminal de Primavera do Leste. A suspeita era considerada foragida da Operação Cartório Central, deflagrada no último dia 14 de janeiro de 2026 naquele município.
As diligências tiveram início após informações apontarem que a mulher estaria escondida em um endereço em Rondonópolis. A equipe da DHPP passou a monitorar o local e, durante a ação, visualizou o filho da suspeita entrando e saindo da residência com uma mochila, momento em que foi realizada a abordagem.
Durante a revista pessoal, os policiais encontraram no bolso do suspeito um cigarro eletrônico do tipo pod, da marca BLVK, modelo 13K puffs. Em seguida, no interior da residência, a mulher de 48 anos foi localizada e, durante buscas em um dos quartos do imóvel, os investigadores encontraram diversas caixas contendo grande quantidade de cigarros eletrônicos.

Ao todo, foram apreendidas 629 unidades de dispositivos eletrônicos para fumar, entre diferentes modelos e marcas, como NKD Max, Masking Lenox, Losgal, Elf Bar 30K, Elf Bar Trio, BLVK, ABT Svopp e Ignite. Também foi recolhida a quantia de R$ 500,00 em dinheiro.
Segundo a Polícia Civil, os materiais apreendidos — compostos por cigarros eletrônicos compactos do tipo “pod system”, popularmente conhecidos como “iPod de cigarro eletrônico” — foram avaliados em aproximadamente R$ 30 mil.
Questionado sobre a procedência dos produtos, o homem de 28 anos assumiu a propriedade do material e afirmou que realizava a revenda dos cigarros eletrônicos, prática que configura crime de contrabando, já que a comercialização desses dispositivos é proibida no Brasil.
Diante dos fatos, mãe e filho foram conduzidos à delegacia e apresentados à autoridade policial para a adoção das medidas legais cabíveis.






