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Justiça sequestra 102 bens avaliados em R$ 39 mi de traficantes; veja lista

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A Operação Jumbo, deflagrada na última segunda-feira (16) pela Polícia Federal, resultou no sequestro de R$ 39.686.257,02 em bens. Eles pertenciam a integrantes da organização criminosa que utilizava postos de combustíveis para lavar dinheiro oriundo dos lucros do tráfico de drogas. Na ocasião, oito pessoas foram presas, entre elas o líder do grupo, Thiago Gomes de Souza, conhecido como Baleia.

Na decisão da juíza Ana Cristina Silva Mendes, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, que o FOLHAMAX teve acesso, foi determinado o sequestro de 102 bens da organização criminosa. A Operação cumpriu ainda 28 mandados de busca e apreensão, tendo como alvos, além dos presos, outros integrantes do grupo, como a esposa de Baleia, Franciely Vieira Botelho.

Entre os bens que tiveram seu sequestro determinado judicialmente, estão o Posto Atalaia e o Posto Jumbo, ambos avaliados em R$ 5 milhões cada, além da mineradora localizada em Nossa Senhora do Livramento, avaliada em R$ 6 milhões. Também foram apreendidos diversos veículos, entre eles uma Range Rover de R$ 524 mil e uma Chevrolet Caravan SS, ano 1978.

Também tiveram ordem de sequestro diversos caminhões e reboques, que pertenciam às empresas MCO Transportes Eireli e MC Log Transportes Eireli. Ambas pertencem ao ex-gerente do Posto Jumbo, Johnny Luiz dos Santos e sua esposa, Mariella Caballero Olmero, e também eram utilizadas pela organização criminosa para lavar o dinheiro oriundo dos lucros da venda de drogas.

A operação também resultou em 28 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos estão todos os oito presos durante a operação, além das esposas de alguns deles. Uma delas é Franciely Vieira Botelho, mulher de Baleia. A Justiça também determinou buscas em locais apontados como de laranjas, assim como os estabelecimentos comerciais utilizados pelo grupo para lavagem de dinheiro.

A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou ainda o sequestro e gestão dos postos Jumbo, Atalaia e Petrox, assim como das empresas MC Log e MCO Transportes. A magistrada determinou a intervenção nas empresas pelo poder público na gestão e no patrimônio das mesmas. O administrador será indicado pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (SENAD), a partir de um acordo de cooperação técnica firmado com o Conselho Federal de Administração (CFA).

Por fim, a magistrada também determinou a interdição de três lojas de conveniências instaladas nos postos de combustível. Elas também pertenciam ao grupo e eram utilizadas para o mesmo fim, a lavagem de dinheiro dos lucros do tráfico de drogas. Foram fechados de forma cautelar, a Conveniência Jumbo, a Conveniência Prime Jumbo e a Conveniência Atalaia.

VEJA ABAIXO TODOS OS BENS BLOQUEADOS NA OPERAÇÃO JUMBO

Fonte: Folha Max

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