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Policiais comemoram e moradores soltam fogos após morte de Lázaro

Moradores da região se concentraram em frente ao centro de operações da polícia e soltaram fogos de artifício, festejando o fim das buscas

| Por Metrópoles
Reprodução - Metrópoles

Policiais e moradores de Girassol (GO), distrito de Cocalzinho, no Entorno do DF, comemoraram a prisão e morte de Lázaro Barbosa, 32 anos, nesta segunda-feira (28/6). A caçada ao maníaco chegou ao fim após 20 dias de operação conjunta das polícias Militar e Civil de Goiás e do DF, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Federal (PF).

Moradores da região se concentraram em frente ao centro de operações montado em Girassol e soltaram fogos de artifício, festejando o fim das buscas por Lázaro. O homem é acusado de matar quatro pessoas da mesma família, no Incra 9, em Ceilândia, e espalhar o terro no DF e Entorno.

“Estamos felizes demais. Eram 20 dias de angústia. Sem dormir. Preocupados. Eles são guerreiros. Merecem todo o nosso apoio pela dedicação. Agora é hora de comemorar”, disse Larissa Alves, 34 anos, moradora da região.

“Gostaríamos que ele fosse pego vivo. Ele precisava esclarecer os outros crimes. De qualquer forma, estamos aliviados. Esperávamos que fosse capturado o mais rápido possível. Estávamos acusados. Agora teve desfecho”, Cristiane Soares, 39, comerciante da região.

Veja fotos da comemoração:
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Rafaela Felicciano/Metrópoles

Lázaro é suspeito de matar Cláudio Vidal de Oliveira, 48 anos, Gustavo Marques Vidal, 21, e Carlos Eduardo Marques Vidal, 15. Ele ainda sequestrou Cleonice Marques de Andrade, 43 anos, esposa de Cláudio e mãe das outras vítimas. O crime ocorreu na madrugada de 9 de junho, no Incra 9, em Ceilândia.

O corpo de Cleonice foi encontrado três dias depois, em um matagal. O cadáver estava sem roupa e com um corte nas nádegas, em uma zona de mata perto da BR-070.

Desde que matou a família Vidal, Lázaro escapou do cerco policial e invadiu propriedades, fazendo novas vítimas. Ainda no Incra 9, em Ceilândia, ele entrou em outras duas propriedades. Obrigou os chacareiros a cozinhar para ele e, até, fumar maconha. Sempre agressivo, chegou a roubar e incendiar um carro, próximo a Cocalzinho.

No dia 12/6, ele invadiu a fazenda da família de um soldado do 8⁰ BPM, próximo à Lagoa Samuel. Ele fez o caseiro refém, quebrou tudo, bebeu e fumou maconha. Também obrigou o funcionário a consumir a droga.

Segundo a corporação, o soldado chegou à propriedade, no início da noite, foi até a cancela e, provavelmente, ao abri-la, o homem fugiu, levando o caseiro como refém.

O criminoso seguiu para a fazenda ao lado, a cerca de 700m, e baleou três homens. Havia no local uma mulher e uma criança. Testemunhas informaram que o suspeito da chacina colocaria fogo na casa e não o fez por causa das vítimas.

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