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Comissão de Educação movimenta classe política para adiantar vacinas a professores de MT


| Fonte: Da Redação NMT com Assessoria
Educação

A Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Rondonópolis tem acionado a bancada de deputados federais e estaduais do estado, bem como movimentado a classe política local, para uma mudança no plano estadual de vacinação, antecipando a imunização de professores e profissionais da educação.

A vereadora de Rondonópolis, Kalynka Meirelles (REPUBLICANOS), que é vice-presidente da comissão, afirma que será entregue um ofício com o pedido em mãos ao senador Wellington Fagundes (PL), que visita o legislativo municipal de Rondonópolis, nesta tarde (17).

“Óbvio que ainda restam grandes discussões a serem feitas, até mesmo se vacinarmos os professores, no tocante a voltar as aulas presencialmente na rede pública. Mas será um passo importante para enriquecer o debate. Atualmente, há uma sensação de insegurança muito grande, mas creio que com a imunização e a definição de um plano bem estabelecido de cuidados é possível que, ao menos, o sistema híbrido ganhe mais força”, elenca.

A vereadora comenta que não faltam exemplos de estados que estão se movendo no sentido de trazer os professores da chamada quarta fase de vacinação já para a segunda etapa, que começa em breve. “O Governo do Estado do Piauí já deliberou neste sentido e existem outros exemplos. Temos uma fatia considerável de professores já em certa idade na nossa rede e estaremos minimizando os efeitos da pandemia, sem menosprezar os outros grupos já confirmados na etapa”, avaliou.

Marildes Ferreira (PSB), vereadora que também faz parte da Comissão de Educação e ainda comanda a da Saúde no legislativo, comenta que a discussão sobre a rede pública segue ativa e que a vacinação dos profissionais clareia o horizonte sobre o assunto.

A parlamentar esteve, recentemente, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, alertando sobre a importância da discussão afinada entre a classe política, diretores e docentes. “Vamos assim abrir uma discussão mais ampla e com ações efetivas”, cobrou, na ocasião.

O presidente da Comissão de Educação, vereador Reginaldo Santos (SD), ressaltou que é preciso respeitar os limites técnicos da administração das vacinas, mas também reforça que os professores precisam de um olhar mais cuidadoso por parte do poder público. “Eles são uma outra linha de frente fundamental à sociedade”, enfatizou.

Além de Wellington, Reginaldo afirma que já tratou do assunto com o deputado federal, José Medeiros (PODE), e com o senador, Jayme Campos (DEM). “Precisamos priorizar e concluir a vacinação dos idosos e trazer os profissionais da educação, professores e todos os servidores que estão dentro das escolas, para o grupo de prioridades”, acrescentou o vereador.

Kalynka afirma que reconhece a dificuldade logística e de produção de vacinas no Brasil para acelerar o processo, sobretudo porque a categoria dos professores é muito numerosa. Meirelles explica, contudo, que visualizar a educação fora de um eixo prioritário pode resultar em prejuízos sociais muito sérios em um futuro breve.

“O grande receio é que essa geração, que já foi prejudicada em 2020, tenha mais um ano de rendimento engessado e daqui a pouco não tenha condições de competir em igualdade na busca de uma vaga em universidade ou mesmo no mercado de trabalho. Isso não é justo e precisamos lutar contra injustiças”, finalizou.

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