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Bezerra quer prorrogação do auxílio a R$ 600 e diz que Guedes não prioriza carentes


| Fonte: Da Redação NMT com PNB Online
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O deputado federal por Mato Grosso, Carlos Bezerra (MDB), criticou nesta terça-feira (16.02) o ministro da Economia, Paulo Guedes, em relação à fixação de R$ 250 de Auxílio Emergencial proposta pelo Planalto. Segundo o deputado, o Governo Federal deveria manter o valor em R$ 600 enquanto durar a pandemia do coronavírus. Diminuir o valor do auxílio significaria não priorizar famílias carentes.

Tanto o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressista-AL), quanto o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) reconhecem a necessidade de manter a ajuda financeira durante a pandemia do coronavírus. O Ministério da Economia busca montar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, com uma cláusula de calamidade pública (uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado).

A expectativa é que o auxílio seja de pelo menos R$ 300, com a primeira parcela sendo paga já em março. No entanto, é possível que a equipe do ministro da Economia Paulo Guedes defina parcelas de R$ 250, o que representa um custo total de R$ 30 bilhões. Em 2020, o auxílio começou a ser pago com um valor de R$ 600, depois reduziu para R$ 300 e está suspenso desde o último pagamento que ocorreu em dezembro.

“Eu acho que vai passar no Congresso porque todos são favoráveis. O Governo está também favorável, só que não pode ser nesse valor que o Governo quer, de R$ 200 por três ou quatro meses. Eu acho que tem que ser os R$ 600 enquanto durar a pandemia. O ministro fala que não tem caixa porque não é prioridade, porque se fosse ele acha caixa pra isso”, disse Bezerra ao PNB Online.

De acordo com o líder da bancada federal de Mato Grosso, deputado Dr. Leonardo (Solidariedade), nas próximas semanas o Congresso Nacional deve ‘bater o martelo’ sobre o subsídio que será oferecido pelo Governo às famílias de baixa renda.

“Eu defendo o auxílio desde o início e foi uma iniciativa da Câmara Federal e chegou-se a R$ 600. O Governo Federal abaixou o valor, mas percebeu que é necessário manter. Tem muita gente passando fome. Houve ilícitos [pessoas que receberam indevidamente] mas foram mais beneficiados e podemos criar instrumentos para evitar essas fraudes”, disse Dr. Leonardo.

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