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Negada em plenário, entrada de CDL e ACIR em Comitê de Crise é apoiada por Roni


| Fonte: Da Redação NMT
Comitê de Crise
Apesar de opinião do líder legislativo, a proposta do vereador, subtenente Guinâncio (PSDB), foi negada em plenário nesta quarta (10). Foto - Assessoria

O presidente da Câmara de Vereadores de Rondonópolis, Roni Magnani (SD), é totalmente favorável a entrada da Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL e Associação Comercial e Industrial de Rondonópolis – ACIR no Comitê de Crise que toma as decisões principais da cidade na pandemia.

Apesar do seu posicionamento, a maioria dos vereadores negou a possibilidade, nesta quarta (10), em votação durante sessão ordinária. O líder legislativo não votou por questões regimentais, mas outros oito colegas de parlamento concordaram com ele. Todavia, nove vereadores sepultaram a possibilidade.

A polêmica se arrasta desde o primeiro semestre de 2020, quando o grupo foi criado pelo Executivo Municipal e não incluiu as duas entidades. Desde então, sobretudo nas decisões que impactam diretamente o funcionamento das empresas da cidade, a polêmica tem peso dobrado em virtude de não haver ninguém do setor opinando e com poder de voto no comitê.

Para Magnani, há motivos suficientes que justificam a presença das agremiações nas discussões centrais da pandemia. “Primeiro, pra que a gente consiga levar as verdadeiras informações do momento da saúde a eles, até para os empresários saberem o que, de fato, está ocorrendo e então serem esclarecidos sobre o que embasa as decisões”, pontuou.

O presidente da ACIR, Renato Del Cistia, foi ao legislativo, nesta semana, e na oportunidade Magnani já comentou a ele sobre o porquê defende a participação. “Não é que eles teriam um voto sempre pela abertura (contra lockdown), mas é importante que participem e decidam, até porque eles ajudam a fomentar e crescer a cidade. É uma forma também de distribuir a responsabilidade para que não só o poder público, mas também a iniciativa privada ajude a dar rumo nas decisões”, considerou Roni.

A proposta derrotada nesta semana era do vereador, subtenente Guinâncio (PSDB), que modificava a Lei Orgânica do Município e autorizaria a entrada tanto de CDL como da ACIR no famigerado comitê. Articulações políticas, porém, segundo o apurado pelo NMT, devem seguir para solucionar o impasse.

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