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Novo presidente da CCJ em Rondonópolis fala de frustração por pandemia


| Fonte: Da Redação NMT
CCJ pandemia
Com pouco mais de 30 dias como vereador e já na presidência da CCJ, Jonas Rodrigues lamenta deliberações "amarradas" por pandemia. Foto - Assessoria

Além das tragédias familiares, a convivência com o medo, abalos econômicos e diversos outros males diretos e indiretos da pandemia, os reflexos do momento negativamente histórico na política têm frustrado alguns representantes públicos, sobretudo os que recém entraram em cargos eletivos.

Com pouco mais de um mês de mandato como vereador de Rondonópolis e a conquista do comando da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara – CCJ, Jonas Rodrigues contou ao NMT, nos últimos dias, que a condição limitada de avançar em diversas outras frentes enquanto a pandemia não passar é angustiante.

“O que mais me frustra é toda essa situação com a pandemia e nós estarmos aqui, sem condições de produzir algo melhor para nossa cidade”, lamentou o vereador, que já esteve no parlamento municipal de 1997 a 2002, na condição de servidor.

Satisfação e expectativa

Advogado por formação e especialista em Direito Constitucional pela Fundação Escola Superior do Ministério Público, Jonas comenta, todavia, a satisfação de ter a chance de gravar seu nome em um momento tão decisivo no desenvolvimento da maior cidade do interior de Mato Grosso.

“O que me alegra é deixar meu nome na história, até porque trabalharemos nesta legislatura o Plano Diretor, de Mobilidade Urbana, leis de expansão e de edificação, dentre outras matérias fundamentais para a cidade. Vamos deixar um grande trabalho, junto com os demais vereadores”, garante.

Trabalho técnico

Responsável agora por avaliar a condição técnica de todas as proposituras, antes que elas cheguem a plenário, o presidente da CCJ explica o rito de trabalho. ” Vamos observar se elas têm um comportamento adequado com a as leis municipais, com a Lei Orgânica do Município, com a Constituição Estadual, as leis federais e a Constituição Federal”, detalha.

O objetivo central do trabalho, segundo Rodrigues, é prezar pela essência do ordenamento jurídico dentro da Casa de Leis. “A legislação diz que nossos textos (municipais, estaduais e federais) são concorrentes, mas tem de haver essa conexão com as leis superiores”, resume.

Ideologia

Democrata por ideologia, o vereador e servidor público de carreira do Município é defensor de um modelo de representação oxigenado, que contemple as diferentes opiniões e alterne poder. “Montesquieu dizia que um poder, quando está se perpetuando, não é mais democracia. Acredito nisso“, finaliza, citando o filósofo e político francês que teorizou a “separação dos poderes”, que embasou muitas constituições pelo mundo, inclusive a brasileira.

 

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