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VÍDEO | Filho bate em traseira de caminhão do pai, que o assiste morrer carbonizado


| Fonte: Da Redação NMT com FolhaMax
pai e filho
Os dois viajavam há três anos juntos e tinham como destino da última trágica viagem a cidade de Campo Novo do Parecis. CENAS FORTES. Foto - Reprodução

Um acidente registrado em Toledo (PR), na última semana, lembrou o enredo dos filmes mais trágicos já produzidos. Um filho que viajava em seu caminhão bateu na traseiro do caminhão do pai e morreu carbonizado, sob os olhares do genitor.

O jovem caminhoneiro Henrique Mateus, de 23 anos, tinha como destino a cidade de Campo Novo do Parecis, em Mato Grosso, assim como seu pai, Ademir Antonio Mateus, que ainda teve forças para dar entrevista após o ocorrido

Segundo Ademir, ele e o jovem já viajam juntos há cerca de três anos. Logo após a colisão, ele chegou a conversas com o filho, que estava preso em meio às ferragens e conta que Henrique estava consciente quando o caminhão começou pegar fogo.

“Tentei abrir, socorrer, e ele pedindo pelo amor de Deus, ‘pai, não deixa eu morrer’. E não teve o que fazer. Perdi meu companheiro de viagem”, lamentou o veterano caminhoneiro, em entrevista ao site Catve.

Um motorista que passava pela rodovia no momento da tragédia gravou os últimos instantes da vida de Henrique, que gritava por socorro e dizia ao pai que “amava todo mundo”, referindo-se ao restante da família.

Cenas fortes:

 

O acidente ocorreu logo cedo, pouco tempo depois de pai e filho saírem de um posto de combustível, onde passaram a noite juntos. “Tomamos café, chimarrão, saímos tranquilos”, recordou o pai.

Ainda segundo Ademir, as carretas estavam a cerca de “apenas” 70 km/h no momento do acidente. “O trânsito estava muito congestionado de carro andando abaixo da velocidade. Quando olhei no retrovisor, já vi ele vindo pra cima de mim, não tive o que fazer”.

Abalado, o pai a todo momento lamentava não ter tido meios de salvar o filho. “Estava vivo, lúcido. Eu pedi se ele tinha quebrado alguma coisa, ele ficou preso, não conseguia [sair]. E eu tentei abrir [a porta], puxar, não consegui”.

Veja a entrevista de Ademir:

 

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