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Bolsonaro volta a conspirar contra pandemia e desdenha de impeachment


| Fonte: Da Redação NMT com UOL
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Foto - Alexandre Neto/Photopress/Estadão Conteúdo

Em meio à alta de casos e mortes por covid-19 no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) questionou, nesta semana, a própria pandemia, dizendo que ela pode ter sido “fabricada”. Bolsonaro também minimizou os pedidos de impeachment de que é alvo e disse ter “certeza” de que vai permanecer sem carga até 2022, quando seu mandato for encerrado.

“Quis o destino que uma pandemia, que pode ser fabricada, nos atingisse no início do ano passado”, disse o presidente durante o almoço com cantores sertanejos e ministros. Nas imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Gilson Machado (Turismo), por exemplo.

O Presidente da República também disse que uma pandemia “pode ​​ser fabricada” e se apoiou em Roberto Jefferson para desdenhar dos “40 processos de impeachment” contra ele. Dirigindo-se ao ex-deputado, o presidente disse que as ações não vão dar em “absolutamente nada”.

“Nós continuaremos nessa cadeira até o final de 2022, tenho certeza”, afirmou. “Se juntar todos [os pedidos], não dá nada. Absolutamente nada. Propostos por partidos de esquerda como o PT, PCdoB e PSOL, ou até mesmo a OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] … Não levam a lugar nenhum, a não ser para causar transtorno e inquietação na sociedade “.

Os “denunciantes” entendem que Bolsonaro descumpriu a Constituição ao não garantir o direito à saúde, ignorando as diretrizes fixadas em lei sobre o enfrentamento à covid-19 e minimizando sua gravidade e a letalidade do vírus. O pedido ainda cita a produção, compra e divulgação de medicamentos comprovadamente ineficazes contra doença, como é o caso da hidroxicloroquina.

Ao todo, são 64 o número exato de pedidos de impeachment contra Bolsonaro, desde o início do governo. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já arquivou cinco destas questões regimentais.

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