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RONDONÓPOLIS | Democracia e técnica formam comissões legislativas


| Fonte: Da Redação NMT
Rondonópolis
Tanto na CCJ, considerada mais importante do parlamento, como na Saúde, vereadores foram escolhidos por conhecimento e representatividade. Foto - Reprodução

Duas das principais comissões fixas da Câmara de Vereadores de Rondonópolis privilegiarão o perfil técnico dos vereadores e a democracia para estabelecer suas formações de quadro.

Tanto a Comissão de Saúde, que ganhou importância ainda maior em tempos de pandemia, como a de Constituição e Justiça, por onde precisam ser validados todas as proposituras legislativas, os dois nortes balizadores para definir os nomes foi o conhecimento sobre o setor e o equilíbrio político.

CCJ

Na Constituição e Justiça, por exemplo, o vereador de segundo mandato, Subtenente Guinâncio (PSDB), deve presidir, ao lado do novato na atividade parlamentar, mas experiente na atuação pública, Investigador Gerson (MDB).

O advogado Júnior Mendonça (PT), que voltou a dar voz ao Partido dos Trabalhadores na Casa de Leis, deve ser o terceiro membro a fechar a trinca da Comissão que possui o caráter de ser a mais importante do parlamento e deve ter então três figuras muito bem familiarizadas com o Direito.

Equilíbrio de forças

Avaliando um por um, Guinâncio é oposição ferrenha ao atual prefeito Zé do Pátio (SD), posição herdada já de outro mandado, enquanto Mendonça fará as vezes de defensor declarado da gestão.

Entre eles, estará o Investigador do MDB, que falará de maneira mais independente, criando um ambiente equilibrado no grupo, como reza a democracia. A representatividade bem estabelecida entre os três será um reflexo da divisão política da cidade, espelhando a proporcionalidade das urnas, em 2020.

Saúde técnica

Já na Comissão de Saúde, simplesmente dois médicos e uma ex-secretária do setor devem assumir os trabalhos. Segundo levantado pela reportagem, Marildes Ferreira (PSB), ex-secretária municipal de saúde de destaque, deve presidir o grupo.

Os outros dois a fechar o trio são o Dr. José Felipe Horta (PODE) e o Dr. Manoel da Silva Neto (MDB), que ficou na suplência, mas diante das mexidas do tabuleiro político assumiu a titularidade de uma das 21 cadeiras.

Também dentro de um olhar quanto ao posicionamento político dos três, Manoel é do partido do prefeito, Horta já sinalizou que vai se abrigar na oposição e Marildes, assim como Gerson, deve pisar mais no meio do “ringue”.

Vai começar…

A definição dos nomes que vão compor as comissões fixas, bem como os dois suplentes de cada uma, só ainda não foi divulgado em virtude do leve surto de COVID-19 que acabou contaminando alguns dos parlamentares.

A previsão é que os trabalhos já iniciem em ritmo acelerado no próximo mês de fevereiro.

 

 

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