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Qualificada, “nova oposição” mostra a cara em Rondonópolis


| Fonte: Da Redação NMT
Oposição Rondonópolis
Felipe Horta (PODEMOS), Kalynka Meirelles (REPUBLICANOS), Paulo Schuh (DC) e Subtenente Guinâncio (PSDB) devem dar dor de cabeça a Pátio. Foto - DNEI MATOS

São apenas quatro entre 21, mas o prefeito Zé do Pátio (SD), de Rondonópolis, não terá vida fácil nesta gestão.

Os vereadores novatos Paulo Schuh (DC), Kalynka Meirelles (REPUBLICANOS), Felipe Horta (PODEMOS) e o “veterano” Subtenente Guinâncio (PSDB) já mostraram que não se intimidarão.

Definição de Mesa Diretora

Mesmo com uma vitória mais do que anunciada à chapa do vereador, Roni Magnani (SD), para a chefia da Mesa Diretora, o quarteto não quis compor, neste início de legislatura.

Unanimemente, argumentaram que é importante a sociedade receber a informação de que não existe “fechamento completo” e que há grupos distintos no parlamento.

Chapa indeferida

Guinâncio chegou a tentar registrar chapa contra Roni, onde os outros três fariam a composição da mesa. Os demais parlamentares, porém, interpretaram que seriam necessários pelo menos seis membros pra almejar um registro e indeferiram.

O grupo então disse “NÃO” e Roni foi eleito com 17 votos contra os quatro. Em conversa com o NMT, Kalynka reiterou que não se trata de perseguição, mas deixou claro que não dirão “amém” caso entenderem que a cidade não será privilegiada.

Perfis

Meirelles, aliás, é jornalista de formação e atuou por anos no setor policial. Além de boa qualidade de comunicação, possui a coragem como marca de suas ações.

Característica muito parecida possui Paulo Schuh, que utiliza muito bem as redes sociais e chegou a fazer manifestação na frente da casa do prefeito por melhorias em seu bairro.

Guinâncio é o remanescente do grupo do PSDB, que marcou o fim da última legislatura com diversas denúncias contra Pátio. Mais experiente, ele surge como o líder dos quatro.

Já Felipe Horta é um profundo conhecedor da saúde pública. Médico de formação, o vereador do PODEMOS deve ser um debatedor mais do que preparado em plenário.

Contraponto

“Nada contra o Roni, mas queríamos mostrar independência e dar esta opção de voto aos outros vereadores. Toda unanimidade caminha pra falta de fiscalização. Fica uma coisa de achar que tem que votar junto, que não precisa de contraponto”, analisou Kalynka.

“Situação” do povo

A vereadora reiterou que não quer ser uma opositora a ninguém. “Quero ser a “situação” da população. O que não parecer bom para todos, vamos pedir vistas e estudar cada projeto que chegar aqui e exercer o papel de vereador”, adianta.

Trabalharão juntos

Ela confirma que já sentou com Guinâncio, Schuh e Horta, projetando que será sim provável que juntem forças para algumas deliberações.

“Desde o momento que decidimos montar essa chapa, alinhamos sim algumas conversas de estudar projetos juntos, buscar entendimentos (…) Fomos eleitos por esta 55% da população que estavam em outro grupo (não votou em Pátio). Agora, oposição para prejudicar a cidade não será feita”, finalizou.

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