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Em MT e no Brasil, “Centrão” foi o grande vencedor das eleições 2020


| Fonte: Da Redação NMT
Urnas foram dominadas por candidatos fora da extremidade de Lula e Bolsonaro
Seja no cenário nacional ou no de Mato Grosso, ninguém garantiu mais relevância eleitoral que o DEM, de Maia e Mendes, ou o MDB, de Baleia Rossi e Bezerra. Foto - Montagem NMT

Se os números não mentem, inegavelmente as eleições municipais de 2020 foram vencidas, como rotineiramente são, e de maneira esmagadora pelo “centrão”.

O grupo de partidos fora das extremidades dos aliados do PT e Bolsonaro, dominaram as urnas, com destaque para o DEM, MDB e PSDB.

Como exemplo prático, simplesmente nenhuma prefeitura de capital dos estados ficou nas mãos de alguém que peça “benção” diretamente a Lula ou Bolsonaro.

Maiores do Brasil

O MDB, do reeleito Emanuel Pinheiro, em Cuiabá, abocanhou ainda mais quatro vitórias: Porto Alegre (RS,) Teresina (PI), Goiânia (GO) e Boa Vista (RR).

Em segundo lugar ficou o DEM, que faturou a capital do Paraná, Curitiba, bem como Florianópolis (SC), Salvador (BA) e Rio de Janeiro (RJ).

Pode vir mais

Os democratas, contudo, possuem boas chances de empatar o quadro com o MDB, já que o irmão de Davi Alcolumbe concorre como favorito nas eleições de Macapá.

A eleição naquele estado acabou sendo adiada por causa do “apagão” que a localidade viveu, recentemente.

Além do DEM, estarão disputando a prefeitura da capital do Amapá o PODEMOS, CIDADANIA, PSB, PSL, PRTB, PSOL, PTC, PT e PSTU.

Tucanos bem posicionados

Hoje, contudo, a segunda colocação nacional do DEM está divida com o PSDB, que ficou com a Prefeitura de Natal (RN), Palmas (TO), Porto Velho (RO) e a de São Paulo (SP).

Mais números

O PDT ficou com duas capitais nordestinas, Aracajú (SE) e Fortaleza (CE), enquanto o PSB garantiu Maceió (AL) e Recife (PE).

O PSD foi outro a confirmar duas chefias de executivo municipal de capitais com Belo Horizonte (MG) e Campo Grande (MS)

O PP, outro membro do chamado “centrão”, somou o comando de Rio Branco (AC) e João Pessoa (PB).

Já no grupo dos partidos com uma prefeitura cada está o AVANTE, com Manaus (AM), o PODEMOS em São Luís (MA), o PSOL em Belém (PA) e o REPUBLICANOS em Vitória (ES).

Mato Grosso

Mesmo no estado onde Bolsonaro conquistou mais de 60% dos votos válidos já no primeiro turno, em 2018, e mais de 66% no segundo, o quadro não mudou.

Embora o presidente que ainda nutra mais de 62% de aprovação em Mato Grosso tenha ficado neutro e não apoiado candidatos a prefeito, a grande maioria dos eleitos não são propriamente seus defensores mais assíduos.

Seguindo a tendência nacional

O DEM, que já tem o governador Mauro Mendes, foi o campeão da corrida eleitoral 2020 no estado e conseguiu abocanhar 25 das 141 prefeituras possíveis.

O MDB do veterano Carlos Bezerra, contudo, chegou a 24 prefeituras, com a recente vitória de Emanuel Pinheiro, em Cuiabá.

Controle eleitoral

Se somar a representatividade em eleitorado das conquistas dos dois partidos, observando a relevância das cidades conquistadas, isso significa mais de 25% ou 1/4 do total de mato-grossenses votantes “nas mãos” de democratas e emedebistas.

PSDB e PSB

Logo abaixo dos dois, neste quesito, surge o PSDB que fez 11 prefeituras e comanda agora o universo de quase 10% do eleitorado.

Percentual parecido conseguiu o PSB, no estado sob a batuta do deputado estadual, Max Russi (PSB), que também garantiu 11 gestores municipais.

Bancada federal de centro

favaro eleito senador
Vitória de Fávaro garantiu 100% dos senadores de Mato Grosso no grupo do centro. Foto – Reprodução

Além de todo o exposto, o “centrão” ainda garantiu representatividade com os três senadores de Mato Grosso com a vitória de Carlos Fávaro (PSD), em pleito extemporâneo.

Ao lado de Jayme Campos (DEM) e Wellington Fagundes (PL), os três integrarão um bloco bem distante de discursos mais acalorados entre “esquerda x direita”.

Já na observância dos deputados federais do estado, Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (PODE) representam os bolsonaristas, enquanto Rosa Neide (PT) fala pelos progressistas.

Eles são superados em número, no entanto, por Neri Geller (PP), Emanuelzinho (PTB), Juarez Costa (MDB), Dr. Leonardo (SD) e Carlos Bezerra (MDB).

Nada mudou

Em resumo, o “centrão”, que a exceção do comando temporário de Michel Temer (MDB) não ganha a Presidência da República há 22 anos, segue dando as cartas na política brasileira municipal e estadual, bem como nunca deixou de ser no Congresso Nacional.

 

 

 

 

 

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