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Assalto em Criciúma: funcionários da prefeitura foram obrigados a sentar na rua para dificultar ação da polícia


| Fonte:
prefeitura

Seis trabalhadores do Departamento de Trânsito e Transporte (DTT) de Criciúma foram feitos de reféns durante o assalto a uma agência do Banco do Brasil na madrugada desta terça-feira (1º). Segundo a prefeitura, três deles foram obrigados a auxiliar no carregamento dos malotes de dinheiro do banco até os veículos dos criminosos.

De acordo com Paulo Borges, coordenador do DTT, os servidores estavam fazendo a pintura de faixas e sinalização da via, por volta da meia-noite, quando foram abordados pelo grupo encapuzado.

Os funcionários da prefeitura foram rendidos, obrigados a tirar as camisas e sentar na faixa de pedestre a poucos metros da agência bancária que foi alvo dos bandidos, na Avenida Getúlio Vargas, perto da agência, para dificultar a ação da polícia.

O veículo que estava sendo usado pela equipe pintura foi atravessado no meio da rua.

Paulo Borges disse que os funcionários lhe contaram que os bandidos deram ordens e disseram que ninguém seria ferido se colaborassem com eles.

Os seis foram liberados depois de duas horas, sem ferimentos.

Além deles, imagens divulgadas pelas redes sociais mostram outros moradores sendo abordados ao longo da madrugada. Veículos também foram usados como proteção para os assaltantes durante os disparos de arma.

Resumo:

Cerca de 30 pessoas encapuzadas assaltaram uma agência do Banco do Brasil no Centro de Criciúma às 23h50 de segunda-feira (30). A ação durou 1 hora e 45 minutos.
Pessoas foram feitas reféns e cercadas por criminosos; houve bloqueios e barreiras para conter a chegada da polícia.

Um PM e um vigilante ficaram feridos. Ninguém morreu.

Criminosos fugiram, e parte do dinheiro ficou espalhada pelas ruas. Valor levado e abandonado não foi calculado até as 7h30. Quatro moradores foram detidos após recolherem R$ 810 mil que ficaram jogados no chão devido a explosão durante o assalto.
Criminosos também deixaram 30 quilos de explosivos para trás. Polícia não sabe o total utilizado.

Além disso, 10 carros usados no assalto foram apreendidos em um milharal de uma propriedade privada em Nova Veneza, a noroeste de Criciúma.
Até por volta de 7h30, o Banco do Brasil não havia se pronunciado.

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