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Governo federal enviará ajuda para apagar incêndios no MT


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incêndio
Vegetação está sendo devastada pelo fogo

O Ministério do Meio Ambiente deve enviar cerca de 100 brigadistas e 2 aviões agrícolas para auxiliar no combate aos incêndios florestais no Mato Grosso. A ajuda foi 1 pedido de deputados federais do Estado ao ministro Ricardo Salles.

O bioma do Pantanal sofre com incêndios em diversos locais. A fumaça da região de Poconé, e do Mato Grosso do Sul, chegou à capital Cuiabá (MT) na última semana. A distância entre os 2 municípios é de cerca de 100 quilômetros.
Só na região de Poconé havia 1.574 potenciais focos de incêndio nos últimos dias. O Corpo de Bombeiros do Mato Grosso informou ao Poder360 na 4ª feira (28.jul.2020) que 14 militares divididos em 4 equipes trabalhavam na região.

Eles combatem o incêndio principal, que avança de uma fazenda em direção à rodovia Transpantaneira.
O início da operação do Ministério do Meio Ambiente é planejado para 2ª feira ou 3ª feira (3 ou 4 de agosto). O custo deve girar em torno de R$ 3 milhões.

Existe uma operação do tipo em andamento no Mato Grosso do Sul, solicitada pelo governador, Reinaldo Azambuja (PSDB). O Estado decretou em 24 de julho emergência ambiental.

O governo federal proibiu as queimadas em 16 de julho. As maiores restrições são para Amazônia e Pantanal. O bioma pantaneiro é conhecido como úmido, mas na estação sem chuvas tem capim seco e madeira abundantes para alimentar incêndios.

BRASIL PRESSIONADO

O Planalto está sob pressão por causa dos resultados ambientais. Há descontentamento no meio econômico. O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, tomou protagonismo na área. Ele comanda o Conselho da Amazônia.

Quem também se movimenta para protagonizar a pauta ambiental é o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele está preocupado com a possibilidade de investidores deixarem de colocar dinheiro no país por questões ambientais.

Maia escalou 1 grupo de deputados para compilar projetos que possam ser votados sobre o tema. A expectativa é que as primeiras propostas sejam analisadas pelo plenário da Casa já em agosto. O assunto deve permear os trabalhos da Câmara nos próximos meses.

Os deputados identificaram, por enquanto, 3 eixos que podem ser discutidos com pouca resistência. Esses eixos devem andar em projetos de lei existentes, e que provavelmente terão outras propostas juntadas a eles:

  • PL 3.961 de 2020 – declara emergência climática e estabelece uma meta de neutralização de gases do efeito estufa;
  • PL 7.578 de 2017 – institui o “Patrimônio Verde”, deve servir de base para discussões sobre a instauração de 1 mercado de carbono no Brasil e outros aspectos de economia sustentável;
  • PL 3.337 de 2019 – endurece punições a quem cometer crimes contra a flora.

 

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