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Pátio recua e tenta colocar secretária de educação apenas na “geladeira”


| Fonte: Da Redação NMT
Manobra de exonerar e jogar toda culpa por atraso das aulas nas costas de secretária não pegou bem para o prefeito, que tem histórica em queimar aliados. Foto - Reprodução

Na tentativa de jogar todo o desgaste pelo atraso do início das aulas das escolas municipais, que eram para ter iniciado nesta semana, nas costas da secretária de educação de Rondonópolis, Carmem Garcia Monteiro, o prefeito Zé do Pátio (SD) encaminhou a exoneração da mesma na última quarta-feira (12). A repercussão negativa por seu oportunismo, porém, tem feito o prefeito repensar a questão e colocar Carmem apenas na “geladeira”.

A pedagoga Maristela Moraes deve assumir a pasta. Foto – Reprodução

Caso o afastamento temporário da secretária ocorresse como o gestor municipal queria, a coordenadora pedagógica, Maristela Moraes assumiria o cargo “tampão”. A segunda, porém, deve assumir definitivamente, já que Carmem não aceitou a proposta de afastamento. Ela já havia feito até discurso de despedida, dizendo-se tranquila por ter feito seu melhor, destacando projetos implantados, reformas e outras deliberações.

“Tivemos alguns contratempos por conta do seletivo e o atraso no início das aulas. Creio que foi isso o motivo da exoneração. Eu recebi muitas mensagens dos diretores informando que estavam sem funcionários, faltando merendeira, estagiários, professores e em respeito a instrução normativa tivemos que adiar o início das aulas” explicou Carmen.

Histórico de “queimar” secretários

A característica de Pátio de não assumir as responsabilidades como prefeito da cidade e jogar todas as “bombas” no colo de seus secretários é uma rotina da gestão do atual prefeito, assim como já havia sido no seu primeiro mandato (2009 a 2012). Até mesmo Gerson Araújo, que era seu secretário de Governo e amigo pessoal, Pátio perdeu completamente as relações com o último após ele se cansar de ser responsabilizado pelo que o próprio gestor era o culpado.

Funcionário de uma multinacional durante 13 anos, Gerson foi aluno de Pátio e antes de ser seu secretário no Município trabalhou também em seu gabinete como parlamentar. “Nunca concordei com esse comportamento dele (Pátio). Quando ele brigava com assessor, eu sentia a dor, somos todos humanos, pessoas. Para que chamar a pessoa de incompetente? Gritar? Eu trabalhei 13 anos na Bunge e muitas pessoas que demiti hoje são minhas amigas, não precisa humilhar ninguém”, declarou o então secretário, no ato de sua saída.

Pelo jeito, nada mudou…

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