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Dr. Leonardo sonha com Senado e adota populismo de Pátio


| Fonte: Da Redação NMT
Figurante no Congresso, médico tentou ao lado do prefeito emplacar tese de que foi o responsável pela liberação de recursos para Santa Casa, inutilmente. Foto - Assessoria/Prefeitura

Está faltando um pouco de análise política ao deputado federal, Dr. Leonardo Albuquerque (SD), vislumbrando os próximos passos de sua carreira política. Com base eleitoral em Cáceres, o médico sonha disputar a cadeira que deve ser deixada definitivamente por Selma Arruda (PODE), no início do próximo ano, no Senado Federal, mas traçou um caminho nada promissor para alcançar o objetivo.

Leonardo decidiu tentar “roubar” o mérito da deliberação dos R$ 10 milhões da bancada federal, que chegaram nos últimos dias para socorro financeiro da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis, quando até criança de cinco anos de idade na cidade sabe que quem liderou o trabalho foi o deputado federal, José Medeiros (PODE), vice-líder do Governo de Jair Bolsonaro (SEM PARTIDO) na Câmara Federal.

Talvez orientado pelo prefeito, Zé do Pátio (SD), do seu partido, Leonardo gravou vídeo ao lado do gestor municipal onde os dois tentam colar a tese de que o médico quem foi a peça fundamental pela vinda do dinheiro e que o mesmo “adotou” Rondonópolis como sua segunda cidade. Olhando de fora, são dois erros no mesmo vídeo. O primeiro deles é duvidar da capacidade do rondonopolitano de discernir a verdade da mentira e o segundo é tentar isso ao lado de Pátio, político conhecido como “pai da lorota”.

No Congresso Nacional, existem três tipos de congressistas: o alto clero, o baixo clero e aqueles que o presidente precisa perguntar ao assessor quem é, já que não faz a menor ideia. O deputado Leonardo, com todo respeito que este merece, faz parte deste último grupo e em um momento tão sensível do orçamento nacional não seria pressão política de alguém com este enquadramento que resultaria na liberação imediata de um valor relevante como R$ 10 milhões.

É legítimo que Leonardo sonhe com o Senado, mas precisa olhar melhor o currículo de quem se junta para tentar chegar a este objetivo. Pátio conseguiu ser prefeito quando seus adversários bateram cabeça e dividiram votos, já que reúne a simpatia cativa de parcela da população com a mesma intensidade que possui a rejeição completa de uma fatia ainda maior de cidadãos, justamente por tentar fazer política com inverdades. Além de prefeito, Pátio nunca passou de deputado estadual. Seguir os passos de alguém com este histórico, não parece ser inteligente por parte de um jovem que quer chegar tão longe.

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