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O raciocínio de grilo de Gisela Simona


| Fonte: Da Redação NMT
Dona de 50 mil votos nas eleições de 2018, suplente avalia que disputar Senado como coadjuvante é mais lucrativo do que a possibilidade real de tornar-se deputada federal. Foto - Reprodução/RepórterMT

Atual primeira suplente na Câmara Federal, a servidora pública e advogada, Gisela Simona (PROS), tem ensaiado candidatura à vaga que está sendo aberta com a cassação da ex-juíza, Selma Arruda (PODEMOS/MT), em virtude de crimes eleitorais. Ocorre que a participação de Gisela no pleito extemporâneo, que deve ser marcado dentro do primeiro quadrimestre do próximo ano, é um erro grotesco de estratégia daquela que ganhou notoriedade com um trabalho de destaque a frente do Procon/MT.

Simona tem três possibilidades de assumir a titularidade da cadeira que se encontra como substituta imediata, em Brasília: no lugar de José Medeiros (PODEMOS), Neri Geller (PP) ou Emanuelzinho (PTB). Medeiros é o único do trio que deve concorrer ao Senado e com boas chances de vitória. Na prática, seu êxito também seria o de Gisela, que passaria a ocupar uma das 513 cadeiras na Câmara Federal, mas a suplente não pensa assim.

Ela avalia que ganha muito mais se candidatando ao Senado, embora com remotíssimas chances de vitória, em virtude do fortalecimento do seu nome para a disputa da Prefeitura de Cuiabá. Ocorre que o raciocínio não faz o menor sentido, já que nenhuma campanha, sobretudo na condição de total coadjuvante, lhe agregaria mais força política do que ser uma deputada federal. Alguns conselheiros políticos fizeram a conta óbvia para a chefe do Procon, mas receberam sua negativa como resposta.

Gisela rechaça até o momento qualquer chance de apoiar Medeiros e agregar ao projeto do ex-companheiro de legenda sua força política. Segundo informações de bastidores, algumas pessoas próximas a Simona trabalham contra a hipótese em seu convencimento pessoal em virtude de desavenças ideológicas com o desempenho de Medeiros no Congresso Nacional. Simona fez mais de 50 mil votos em 2018, todavia, surge para o cenário como um novo Procurador Mauro (PSL), que a cada nova eleição disputa “como nunca e perde como sempre”.

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