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W9 vira “rio” e presidente do Sagrada Família diz que Pátio pegou “birra”


| Fonte: Da Redação NMT
Líder Comunitário externa retaliação do prefeito com bairro por aversão pessoal a ele. Foto - Reprodução

O presidente do bairro Sagrada Família, Paulo Schuh, voltou a tornar público o caos que toma conta da região que mora e representa como líder comunitário, em Rondonópolis. Ele divulgou em suas redes sociais uma foto da W9, no ponto que faz esquina com a W14, local que é a principal entrada do Parque São Jorge e que corta todo o Sagrada Família, totalmente tomada pelas águas e intransitável, nesta quinta-feira (13).

Ao NMT, Paulo novamente lamentou a questão e embora exista a expectativa da aplicação de R$ 46 milhões no asfaltamento da região, dinheiro fruto de um empréstimo que a Prefeitura de Rondonópolis está contraindo com a Caixa Econômica Federal – CEF, apontou revolta por ver o prefeito Zé do Pátio (SD) prejudicando toda uma coletividade quando, por acaso, possui desagrado com uma figura representativa, como é seu caso. “Pedimos duas vezes para secretário Argemiro (Ferreira, presidente da CODER) fazer um paliativo para desviar a água, mas infelizmente somos retaliados. Aqui não mora só o Paulo Schuc, mas sete mil pessoas”, ressaltou, lembrando que a retaliação começou desde que assumiu a direção do Sagrada Família. “Nós manifestamos, batemos duro para trazer recursos para o bairro. Quem estava na diretoria da associação era ligada ao prefeito e não fazia. Como a imprensa veio com a gente, ele pegou birra da gente. Mostramos as falhas e eles não gostam disso”, comentou Schuh.

Segundo o líder comunitário, a fragilidade do solo permite que a enxurrada rapidamente construa crateras, causando enormes transtornos. “Na W9, tem buracos de 50 centímetros. Uma Toro (Fiat) encavalou aqui nos últimos dias (…) Nosso direito constitucional de ir e vir foi tirado, tem gente que não consegue entrar na própria casa. Tentamos, por várias vezes, nos reunir com o prefeito e não somos recebidos, mas nossa luta vai até o final (…) Se eu tivesse no partido dele (Pátio), certamente estaria diferente aqui”, atacou Paulo, que não tem filiação partidária.

Os R$ 107 milhões que devem chegar à cidade virão do Programa Finisa, que está tramitando na Superintendência da CEF e também no Projeto Avançar Cidades. Os R$ 46 milhões do Sagrada Família estão projetados para serem aplicados nas avenidas binário norte e sul, a w11 e um restante de recurso na região do SESC. “Estaremos muito próximos para fiscalizar se esse dinheiro, de fato, chegue e amenize o sofrimento das pessoas”, finalizou Paulo.

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