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Júlio Campos (DEM) força a barra sonhando com suplência “viável” ao Senado


| Fonte: Da Redação NMT
Veterano tenta vender ideia de bom relacionamento com Bolsonaro para achar espaço em chapa de Medeiros ou outro que concorra com chances de vitória. Foto - Arquivo/MidiaNews

O ex-senador, ex-governador, ex-deputado federal e ex-prefeito de Várzea Grande, Júlio Campos (DEM), está colocando em risco seu invejável currículo político ao colocar seu time para criar fatos e tentar implantar nos bastidores a viabilidade do seu nome para compor uma das chapas consideradas favoritas na eleição suplementar para o Senado Federal, em Mato Grosso, marcada para o dia 26 de abril. O pleito, que está sacudindo a cena local, definirá o substituto da cassada, Selma Arruda (PODE).

Os aliados do veterano têm usado parte do bom espaço que possuem na imprensa da capital, em virtude da relevância da família Campos,  para “vender” a informação de que Júlio teria um relacionamento pessoal com Jair Bolsonaro (SEM PARTIDO), atual presidente da República e ex-colega de parlamento do mato-grossense, em Brasília. O objetivo é dar peso para a imagem de Júlio, haja vista que o mandatário do país é o político com maior capacidade de transferência de votos do momento.

Chegou a circular, inclusive, a informação que Campos iria até a capital federal, nesta semana, em busca de encontrar com o próprio Bolsonaro para discutir o pleito de Mato Grosso, fato que não ocorreu. A anunciada amizade afetuosa não parece ser recíproca. A verdade é que o objetivo principal de Júlio é a primeira suplência de José Medeiros (PODE), atual deputado federal e vice-lider do presidente na Câmara. Medeiros, que esteve no Senado até 2018, deve concorrer, segundo análise de muitos, como favorito.

Publicamente, Júlio insiste no discurso de candidatura como cabeça de chapa pelo Democratas, no entanto, até o próprio sabe que os ventos atuais não são nada favoráveis ao estilo de política que está acostumado a fazer e mesmo o governador do estado, Mauro Mendes (DEM), seu correligionário, não o apoiaria. Caso a aliança não vingue com Medeiros, e não deve vingar, a estratégia seguirá com outros líderes partidários em busca de um solo fértil para aterrizar.

O grande problema do chamado político de carreira é que embora a experiência cresça com o tempo de estrada o ego aumenta junto e acaba impedindo a percepção de realidade.

Rodape_Mat2
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